Depois de passagens por Alemanha, Malásia, Inglaterra, Bélgica, Malta, Singapura, África do Sul, Finlândia, Austrália, Áustria, Canadá, Noruega, Albânia e Brasil, o germânico regressou este ano à Noruega para assinar um contrato de jogador-treinador com um clube da III Divisão Nacional chamado Oslo Mangerud Star... de estrela. Como não podia deixar de ser, facilmente Pfannenstiel conseguiu colocar o nome na rota dos jornais de todo o Mundo que já conhecem de que Pfannenstiel é capaz.
Tendo em conta a separação continental da FIFA, de separar América do Norte e América do Sul, o guarda-redes é mesmo o único a actuar nos seis continentes. "Não foi algo planeado e foi verdadeiramente aleatório, mas fico orgulhoso da marca", explicou.
Apesar de grande parte da carreira ter sido passada em representação de clubes tão modestos como o Mem Martins ou o Bensafrim em Portugal, Pfannenstiel teve algumas passagens honrosas por Wimbledon, Nottingham Forest ou Orlando Pirates.
Aproveitando o mediatismo que vai tendo, o agora treinador-guarda-redes já tem um objectivo nobre tal e qual as principais vedetas do desporto. Até 31 de Dezembro deste ano quer organizar um jogo com antigas estrelas do futebol na... Antárctica, o único continente que lhe escapa.
O registo não fala de qualquer tentativa de ser dos primeiros turistas espaciais à Lua ou a Marte, porque a avaliar pela ambição, parece que seria algo a ter em conta.
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