A questão é... serão os jogadores de futebol americano assim? Os últimos meses parecem garantir que sim. Na verdade, quando comparados com os atletas de outras modalidades profissionais norte-americanas, como a NBA, MLB e a NHL, são considerados mais problemáticos, muito por culpa de serem oriundos de meios sociais também eles mais problemáticos e perigosos.
Plaxico Burress, autor da recepção mais espantosa dos últimos anos na SuperBowl (nos Giants frente aos Patriots em Fevereiro deste ano), foi o último a entrar nesta lista. A versão oficial afirma que o jogador atingiu acidentalmente a coxa direita num espaço de diversão nocturna. A história tem muito de bizarro, mas também de estranha.
A verdade é que os ferimentos foram apenas ligeiros e dias depois Burress já se movimentava sem apoios. O pior ainda estava para vir. Os Giants não acharam piada à história e suspenderam-no, garantindo que não voltaria a jogar até ao final desta época, mas é a polícia quem maiores dores de cabeça dará a Plaxico.
O "Giant" é agora acusado de dois crimes de posse de arma ilegal e arrisca uma prisão superior a três anos. Tal como o The New York Times afirma, Burress tem umas mãos que valem 35 milhões de dólares, mas um cérebro de cinco cêntimos.
Em Setembro, foi Richard Collier a ter o destaque da imprensa. O jogador dos Jacksonville Jaguars foi atingido por 14 vezes por Tyrone Hartsfield, sujeito com quem tinha tido uma altercação num bar em Abril. Como consequência, Collier ficou paraplégico da cintura para baixo e teve de amputar a perna esquerda do joelho para baixo.
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