(ACTN3) que influencia a propensão atlética.
A sua composição permitirá saber se a criança está mais habilitada para desportos de velocidade ou de resistência. No entanto, esta inovação não é consensual. O director do centro médico da Universidade de Califórnia-San Diego, Theodore Friedmann, garante que o teste “não é assim tão claro” e que deveria ser estudado melhor antes de se tornar público.
Stephen M. Roth, da Universidade de Maryland, vai ainda mais longe e diz que a análise de um único gene é demasiado redutora, visto que a performance atlética pode ser influenciada por, no mínimo, 200 genes.
O presidente da ASG, Kevin Reilly, confessa que já esperava algumas dificuldades na recepção da novidade, em declarações ao NewYork Times. Segundo o responsável, algumas pessoas temiam que o teste provocasse “um renascimento do eugenismo, semelhante à tentativa de Hitler de criar uma raça perfeita”.
Ainda assim, Kevin Reilly opta por destacar as vantagens do sistema: “É um método de ajuda para as crianças poderem realizar os seus potenciais e não perderem tempo em outras actividades.”
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